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Publicado novo número da revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares

Fotografia da videoperformance “Other” (2025) da série “Corpos com dispositivos de alteridade”. Créditos: Jorge Cabrera. Conceção da capa: Elisa Noronha

Já se encontra publicado um novo número da revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares, o 22.º (“Varia”). Reúne contributos inéditos que dialogam com a pluralidade de olhares contemporâneos sobre museus e museologia. Foi coordenado por Ana Carvalho, Alexandra Curvelo, Elisa Noronha, Paulo Simões Rodrigues e Pedro Casaleiro.

Está disponível em acesso aberto: https://doi.org/10.4000/15h9s

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MIDAS 22 – “Varia”
2026, número aberto

Editorial, Ana Carvalho, Alexandra Curvelo, Elisa Noronha, Paulo Simões Rodrigues e Pedro Casaleiro

Artigos

Pablo Coca Jiménez, Pablo De Castro Martín e Tamara Pérez-Fernández
Participatory Curatorship: A Collaborative Project Between a Museum and a School in Spain

Ana Cecilia Escobar e Amaia Arriaga Azcárate
Investigar el uso, valoración e impacto de los recursos interpretativos en exposiciones de arte: desafíos metodológicos a partir del estudio de caso del Museo de Navarra

María Florencia Puebla Antequera
La presencia de temas museales y de divulgación patrimonial en la revista Intervención (México): un análisis de los primeros quince años (2010–2024)

Entrevista

Património para o futuro: revisitar conceitos, metodologias e políticas públicas. Entrevista com Graça Filipe
Por Elisa Noronha e Patrícia Roque Martins

Recensões críticas

Patrícia Roque Martins
Maria Chiara Ciaccheri – Museum Accessibility by Design: A Systemic Approach to Organizational Change [livro]

Joana Sousa Monteiro
Darko Babic, ed. – International Perspectives on Museum Management [livro]

Egídia Souto
Filipa Lowndes Vicente e Leonor de Oliveira, eds. – Collections, Exhibitions and Museums in Portugal and its Empire: From the 18th to the 20th Century [livro]

Nuno Silas
Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário. O Colonialismo em África: Mitos e Realidades [Exposição]

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A revista MIDAS (ISSN: 2182-9543) é um espaço aberto a todos os profissionais e investigadores com interesse em refletir sobre temas relacionados com o mundo dos museus e as suas práticas. Tem arbitragem por pares, é bianual e todos os conteúdos estão disponíveis integralmente em acesso aberto (https://journals.openedition.org/midas/).

A MIDAS faz parte da plataforma internacional de revistas OpenEdition e está indexada a várias plataformas, agregadores e bases de dados de referência (Scopus, DOAJ, ERIH PLUS, REDIB, DIALNET, Latindex, RCAAP, Indexar, Crossref, entre outros).

Novo número da “Revista de Museus” reflete sobre os 50 anos de democracia

Revista de Muses n.º 5, Museus e Monumentos de Portugal

Foi publicado no passado mês de maio um novo número da Revista de Museus (tutela da Museus e Monumentos de Portugal – MMP), o quinto. Trata-se de um número especial dedicado à reflexão sobre os 50 anos de democracia na sua relação com os museus. A edição foi coordenada por Clara Frayão Camacho (MMP).

É um número de peso, seja na dimensão seja no conjunto vasto de contributos. Destaco, em particular a secção de “Memórias”, que inclui entrevistas a quatro mulheres que deixaram marcas na museologia portuguesa: Manuela Mota, Natália Correia Guedes, Simonetta Luz Afonso e Raquel Henriques da Silva.

A revista está disponível nas lojas dos museus nacionais.

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Índice

INTRODUÇÃO

P. 06 – Alexandre Nobre Pais
Editorial

P. 09 – Clara Frayão Camacho
Museus de Tipo Novo com Grande Participação Popular: 50 anos de Liberdade e Democracia nos Museus

MEMÓRIAS

P. 20 – Manuela Mota

P. 32 – Natália Correia Guedes

P. 48 – Simonetta Luz Afonso

P. 64 – Raquel Henriques da Silva (entrevista conduzida por Clara Frayão Camacho e Ana Carvalho)

PLURALIDADE DE VOZES

P. 78 – Maria João Vasconcelos
João Manuel Bairrão Oleiro: Serenidade e Lucidez em Tempos de Rutura

P. 86 – Isabel Ferreira Sargento
Irisalva Moita e a Museologia Portuguesa: Do Pensamento à Transformação

P. 96 – Luísa Corte-Real
O Legado Visionário de Fernando Bragança Gil na Museologia Científica

P. 102 – Maria Manuel Velasquez Ribeiro
Nestor de Sousa: Um Museólogo das Ilhas

P. 110 – Ana Saraiva, João Azenha da Rocha e Victor Mestre
Maria Olímpia, uma Alma Desassossegada

P. 118 – Luis Pequito Antunes
Henrique Coutinho Gouveia: Museus e Museologia

P. 126 – Rosa Maria Perez
O Olhar Antropológico no Interior do Museu. Práticas de Representação na Obra de Joaquim Pais de Brito

P. 134 – Miguel Rego
Cláudio Torres: A Museologia não se Discute, Pratica-se!

P. 142 – José Manuel Lopes Cordeiro
Elisa Calado Pinheiro, a Museologia Associada à Investigação Histórica

NOVOS PATRIMÓNIOS, NOVOS MUSEUS E NOVAS DINÂMICAS

P. 151 – Fernando António Baptista Pereira
Um Testemunho sobre a Explosão Museológica Pós-25 de Abril: Problemática, Desenvolvimento e Legado

P. 166 – Adília Alarcão
Valorização do Trabalho de Museu. Novos Perfis Profissionais e Definição de Carreiras no Período 1974-1990

P. 182 – Rui Parreira
Arqueologia e Museus no Processo de Transição Democrática

P. 198 – Graça Filipe
Território, Comunidade e Património, Pilares do Museu Comunitário, sob a Perspectiva do Pensamento e da Acção Influenciadores de Hugues de Varine em Portugal

P. 208 – Mário Moutinho
50 Anos de Mudanças, Permanências e Retrocessos da Museologia em Portugal

P. 220 – Luís Raposo
Quatro Notas sobre Museus Nacionais

P. 242 – José Luís Porfírio
Museu, Invenção e Liberdade. Histórias de Proveito e Exemplo

P. 262 – Maria Amélia Fernandes
O museu será coisa diferente. A MANI/F/ESTA do Museu Nacional de Arte Antiga na Primeira Celebração Mundial do Dia Internacional dos Museus (1978)

P. 274 – Alice Nogueira Alves
Museus, Para Quê?

P. 286 – Dóris Santos
O Museu da Nazaré em Tempos de Mudança. Da Salvaguarda do Património à Ação Social

P. 302 – Inês Silvestre
Quéro Poder Lanchar e Almoçar no Museu umas Torradinhas e Leite com Chocolate e Outros Sonhos de uma Democracia na sua Infância

P. 322 – Filipa Coimbra e Adelaide Duarte
O Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian e o seu Contributo para a Criação de um Ecossistema Museológico em Portugal

P. 344 – Maria João Vasconcelos
Aqueles Tempos Agitados em que Tudo Parecia Possível. Museus no Norte de Portugal

P. 360 – José Gameiro
O Despertar da Museologia Algarvia

P. 384 – Maria Manuel Velasquez Ribeiro
O 25 de Abril, a Autonomia Açoriana e os Museus (1976-1991)

Publicado novo número da revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares

Imagem: uma vista da exposição “9 do 9” do “museu do louvre pau-brazyl” no edifício Louvre em São Paulo, Brasil. Créditos: cortesia do “museu do louvre pau-brazyl”. Conceção da capa: Elisa Noronha

Já se encontra publicado um novo número da revista MIDAS, o 20.º. Este número, em formato de publicação contínua desde o início de 2025, assume um perfil de número aberto (“Varia”) e resulta da diversidade de propostas aprovadas no âmbito do processo de revisão por pares. Reúne contributos inéditos que dialogam com a pluralidade de olhares contemporâneos sobre museus, coleções, práticas museológicas e as suas implicações sociais, económicas, políticas e culturais. Foi coordenado por Ana Carvalho, Alexandra Curvelo, Elisa Noronha, Paulo Simões Rodrigues e Pedro Casaleiro.

Está acessível em: https://doi.org/10.4000/130p3

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MIDAS 20 (número “Varia”)

Editorial, Ana Carvalho, Alexandra Curvelo, Elisa Noronha, Paulo Simões Rodrigues e Pedro Casaleiro

Artigos

Francisca Hernández Hernández
La museología de la ruptura en las exposiciones de Fernando Estévez González

Carmen Gómez-Redondo
El uso de técnicas plásticas en la educación en los museos de Oporto: un estudio multicaso

Ana Martín García
Musealización, memoria e identidad: Le Camerette di Don Bosco de Valdocco, Turín

Ornella De Nigris
Chinese public art exhibitions between national identity and global image

Ensaio

Ana Saraiva
Antropólogos e museus locais: entre o estudo distanciado e a relação de proximidade

Entrevista

Restos humanos em coleções museológicas: controvérsias e dilemas éticos: Entrevista com Ana Luísa Santos
Por Elisa Noronha e Patrícia Roque Martins

Recensões críticas

Sofia Alexandre Carvalho
Françoise Vergès – Decolonizar o Museu: Programa de Desordem Absoluta [livro]

Rita Maia Gomes
James Lee Byars. Perfecta es la pregunta [Exposição]

Carolina Neves
Bárbara Coutinho – A Exposição como Obra Total nos Museus do séc. XXI [livro]

Fabíola Cristina Alves
Armorial 50 anos [Exposição]

Sónia Moura
Problemas do Primitivismo a Partir de Portugal [Exposição]

Joana Galhardas
Jeannette A. Bastian – Archiving Cultures: Heritage, Community and the Making of Records and Memory [livro]

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A revista MIDAS (ISSN: 2182-9543) é um espaço aberto a todos os profissionais e investigadores com interesse em refletir sobre temas relacionados com o mundo dos museus e as suas práticas. Tem arbitragem por pares, é bianual e todos os conteúdos estão disponíveis integralmente, em prol do acesso aberto (https://journals.openedition.org/midas/).

A MIDAS faz parte da plataforma internacional de revistas OpenEdition e está indexada a várias plataformas e bases de dados de referência (Scopus, DOAJ, ERIH PLUS, OpenEdition, REDIB, DIALNET, Latindex, RCAAP, Indexar, Crossref).

A revista MIDAS tem chamada aberta para contributos

© MIDAS

A revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares tem chamada aberta para contributos e convida à submissão de textos inéditos (português, espanhol, inglês e francês) nos seguintes formatos:

– Artigos, até 6 000 palavras

– Recensões críticas de livros e de exposições, até 1 500 palavras

– Notações (artigos breves), até 3 000 palavras

– Ensaios, até 6 000 palavras

– Entrevistas, até 6 000 palavras

A revista procura propostas que favoreçam a problematização dos temas, nomeadamente a partir de diferentes disciplinas, territórios e perspetivas, que contribuam para o avanço do conhecimento sobre museus e museologia.

A MIDAS é um espaço aberto a todos/as os/as profissionais e investigadores/as, em diferentes fases do seu percurso académico ou profissional.

As propostas podem ser enviadas, a qualquer momento, para: revistamidas@gmail.com

Mais informações sobre as normas de publicação: https://journals.openedition.org/midas/361

A MIDAS é uma revista dedicada aos museus enquanto campo de trabalho e reflexão interdisciplinar, com arbitragem científica e em acesso aberto (Diamante). Está indexada no DOAJ, ERIH PLUS, OpenEdition Journals, Latindex, DIALNET, REDIB, CROSSREF, SUDOC, RCAAP, INDEXAR, entre outros.

Novo número da revista MIDAS: “Museologia: Encontros e Diálogos Ibéricos”

Capa da revista, em que em baixo se identifica uma imagem a preto e branco e que consiste numa estrada onde 5 camiões seguem carregando 5 letras que formam a palavra "museu"

“Museu”, 1999 © Luis Asín. Arquivo Mansilla + Tuñón Arquitectos. Conceção da capa: Elisa Noronha Nascimento

Foi publicado o mais recente número da revista MIDAS – Museus e Estudos Interdisciplinares, o dossier temático “Museologia: Diálogos e Encontros Ibéricos”, coordenado por Ana Carvalho e Susana. S. Martins. Encontra-se disponível em acesso aberto aqui: https://journals.openedition.org/midas/3700

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MIDAS 16: | “Museologia: Diálogos e Encontros Ibéricos

Coord. de Ana Carvalho e Susana S. Martins

Editorial | Diálogos e encontros ibéricos sobre museologia.
Notas para um campo em construção

Artigos

Raquel Henriques da Silva
Memória e mitos. O touro na obra de Jorge Vieira. A exposição como campo alargado

María Bolaños
La mirada de Georges Salles

Ana Cristina Martins
A importância de estagiar em Madrid: uma nova visão sobre os museus de arqueologia em Portugal (anos 50 do séc. XX)

Filipa Coimbra
Por um “arquivo vivo”: uma abordagem decolonial à coleção do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian

João Luís Fernandes
A coleção Marciano Azuaga: Gaia e Porto na segunda metade do século XIX e primeira década do século XX

Joana Miguel Almeida
Memórias e experiências para além da exposição: (re)visitar o passado no Museu do Aljube

Sara Castellano Sansón
Los museos de La Raya y sus proyectos educativos: una herramienta de diplomacia cultural

Inês Silvestre
O Centro de Arte Contemporânea e o Museu Nacional de Soares dos Reis. Análise de uma parceria institucional

Notações

Gemma Domènech i Casadevall
El impacto de la Guerra Civil española en la configuración de los museos. El caso del Museu d’Art de Girona

Diana Zárate-Zúñiga, Lourdes Prados Torreira e Francesca Romagnoli
El proyecto de investigación VEMOS: una propuesta para visibilizar a los grupos marginados en los museos arqueológicos

Ensaios

Marta Branco Guerreiro
Escrito na areia: notas para um arquivo da participação

Recensões críticas

Graça Filipe
Dóris Santos – Arte, Museus e Memória – A Imagem Marítima da Nazaré

Sara Albuquerque
Luís Ceríaco – Zoologia e Museus de História Natural em Portugal (Séculos XVIII-XIX)

Rita Salgueiro
The Perpetuation of Site-Specific Installation Artworks in Museums: Staging Contemporary Art

Helena Barranha
Visionárias [Exposição]

Ana Lúcia Luz
Topomorphias [Exposição]

Gonçalo de Amaro Carvalho
Naturaleza Observada. Arte y Patrimonio e Trabajos de Campo – Field Works [Exposições]

VI Fórum Ibérico junta investigadores em Évora para debater novas perspetivas de investigação em museologia

A imagem apresenta em grande plano uma escultura grega conhecida como a danlçarina de Budapeste

Statue of a girl (the Budapeste dancer), Museum of Fine Arts, Budapeste. Foto de Ana Carvalho

A 24 e 25 de novembro realiza-se o VI Fórum Ibérico de Estudos Museológicos, na Universidade de Évora, para debater novas perspetivas de investigação na área da museologia.

Reconhecendo a pluralidade dos estudos museológicos, o Fórum pretende contribuir para a discussão de projectos de investigação recentes ou em curso, em diversas geografias e contextos do panorama ibérico. Um dos eixos de reflexão consiste em debater abordagens históricas dos museus e da museologia e, por outro lado, abordagens que contribuam para um entendimento contemporâneo da relação dos museus com a sociedade.

O programa apresenta um leque diverso de projetos de investigação e inclui duas oradoras principais: Raquel Henriques da Silva e Maria de Bolaños, ambas conhecidas pelo seu papel de relevo na museologia portuguesa e espanhola.

Conheça o programa em: https://viforumiberico.wixsite.com/2022/about-7

As inscrições podem ser feitas através do website do Fórum (até 18 de nov.): https://viforumiberico.wixsite.com/2022/general-clean-1

A 6.ª edição deste Fórum é promovida pelo CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e pelo IHA – Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.

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Mais sobre o Fórum Ibérico de Estudos Museológicos:

Este fórum ibérico é dedicado à museologia e realiza-se desde 2017. É um espaço de partilha de investigação e reflexão em torno da história e dos desafios atuais da museologia. Pretende facilitar o intercâmbio de conhecimentos e projectos, fortalecer redes de comunicação e de colaboração, favorecendo a aproximação entre Portugal e Espanha, incluindo o mundo iberoamericano.

I Foro Ibérico de Jóvenes Investigadores – Museologías: Teorías, Contextos, Relatos, Experiencias, Retos, 18 Nov. 2017, Museo Nacional de Escultura, Valladolid. Ver publicação aqui.

II Fórum Ibérico de Investigação em Museologia: Os Museus e a(s) Sociedade(s) – Teorias, Contextos, Histórias, Experiências, Desafios, 13-14 Dezembro 2018, Museu Nacional Arte Antiga, Lisboa. Ver publicação aqui.

III Foro Ibérico de Estudios Museológicos: Historia de los Museos. Historia de la Museología, 18-19 Outubro 2019, Museo Arqueológico Nacional, Madrid. Ver publicação aqui.

IV Fórum Ibérico de Estudos Museológicos: Estratégias de Exposição – História e Práticas Recentes, 10 Dezembro 2020, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Ver publicação aqui.

V Fórum Ibérico de Estudos Museológicos: Autores e Textos Críticos em Espanhol e Português, 21-22 Outubro 2021, IAACC Pablo Serrano, Zaragoça. Ver publicação aqui.

Call for Papers para o VI Fórum Ibérico de Estudos Museológicos

A imagem apresenta em grande plano uma escultura grega conhecida como a danlçarina de Budapeste

Statue of a girl (the Budapeste dancer), Museum of Fine Arts, Budapeste. Foto de Ana Carvalho

VI Fórum Ibérico de Estudos Museológicos: Novas Perspetivas de Investigação
Universidade de Évora, 24 e 25 de Novembro 2022

Call for Papers

Reconhecendo a pluralidade dos estudos museológicos, o VI Fórum Ibérico pretende contribuir para a discussão de projectos de investigação recentes ou em curso, em diversas geografias e contextos do panorama ibero-americano.

Aceitam-se propostas com abordagens históricas dos museus e da museologia, assim como as que contribuam para um entendimento contemporâneo da relação dos museus com a sociedade. São bem-vindas apresentações que, tendo como objeto de estudo os museus, tragam novos pontos de vista, o cruzamento de olhares interdisciplinares e o diálogo entre investigadores em diferentes fases do seu percurso académico e profissional.

Convidamos académicos, investigadores e profissionais de museus a apresentar propostas de comunicação de 20 min., em formato presencial, em português ou espanhol, focando um dos tópicos do Fórum.

Organização: CIDEHUS – Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora e IHA – Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa.

Entidades parceiras:
Direção-Geral do Património Cultural
Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo
ICOM Portugal
ICOM Espanha

Prazo para envio de propostas: 12 de Setembro de 2022

Mais informações em: https://viforumiberico.wixsite.com/2022

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Sobre o Fórum Ibérico de Estudos Museológicos

Este fórum ibérico dedicado à museologia realiza-se desde 2017. É um espaço de partilha de investigação e reflexão em torno da história e dos desafios atuais da museologia. Pretende facilitar o intercâmbio de conhecimentos e projectos, fortalecer redes de comunicação e de colaboração, favorecendo a aproximação entre Portugal e Espanha, incluindo o mundo iberoamericano.

I Foro Ibérico de Jóvenes Investigadores – Museologías: Teorías, Contextos, Relatos, Experiencias, Retos, 18 Nov. 2017, Museo Nacional de Escultura, Valladolid. Ver publicação aqui.

II Fórum Ibérico de Investigação em Museologia: Os Museus e a(s) Sociedade(s) – Teorias, Contextos, Histórias, Experiências, Desafios, 13-14 Dezembro 2018, Museu Nacional Arte Antiga, Lisboa. Ver publicação aqui.

III Foro Ibérico de Estudios Museológicos: Historia de los Museos. Historia de la Museología, 18-19 Outubro 2019, Museo Arqueológico Nacional, Madrid. Ver publicação aqui.

IV Fórum Ibérico de Estudos Museológicos: Estratégias de Exposição – História e Práticas Recentes, 10 Dezembro 2020, Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Ver publicação aqui.

V Fórum Ibérico de Estudos Museológicos: Autores e Textos Críticos em Espanhol e Português, 21-22 Outubro 2021, IAACC Pablo Serrano, Zaragoça. Publicação no prelo.

Publicada edição ampliada do Dicionário “Quem é Quem na Museologia Portuguesa”

Silva, Raquel Henriques da Silva, Joana d’Oliva Monteiro, Emília Ferreira e Elisabete Pereira, eds. Dicionário Quem é na Museologia Portuguesa: edição revista e ampliada. Lisboa: Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/NOVA. 635 páginas, ISBN; 978-989-54405-5-9. Disponível em acesso aberto: https://institutodehistoriadaarte.com/publications/dicionario-quem-e-quem-na-museologia-portuguesa-2nd-ed/

A edição revista e ampliada do Dicionário “Quem é Quem na Museologia Portuguesa foi apresentada a 18 de Maio de 2022 no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado por Clara Frayão Camacho (Direção-Geral do Património Cultural).

O  Dicionário é dedicado a personalidades da museologia portuguesa que desenvolveram a sua actividade entre o século XVIII e os anos de 1960. Trata-se de um projecto de divulgação científica com o mérito de colocar em evidência a história da museologia, através das pessoas que foram moldando e influenciando a constituição de colecções e museus. Esta edição conta com 96 novas entradas biográficas, tendo sido a seleção dos autores arbitrada por uma Comissão Científica criada para o efeito, comprovando, uma vez mais, a relevância desta abordagem centrada no género biográfico, ao dar destaque ao papel empreendido por um naipe de individualidades regionais e locais, algumas delas desconhecidas ou desvalorizadas e áreas que, em geral, permanecem insuficientemente estudadas.

O Dicionário é uma iniciativa do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do grupo de investigação Museum Studies (MuSt) e conta com o apoio da Direção-Geral do Património Cultural.

A coordenação científica e editorial é da responsabilidade de Raquel Henriques da Silva, Joana d’Oliva Monteiro e Emília Ferreira, investigadoras do Instituto de História da Arte. Acresce ainda Elisabete Pereira, na segunda fase do projecto, investigadora do Instituto de História Contemporânea – polo Universidade de Évora.

Fazem parte da comissão científica deste projecto, um grupo de investigadores de várias universidades, instituições e museus portugueses: Adelaide Duarte (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Alexandre Nobre Pais (Museu Nacional do Azulejo); Ana Carvalho (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Ana Cristina Martins (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Clara Frayão Camacho (Direção-Geral do Património Cultural; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Duarte Manuel Freitas (Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra); Elisabete Pereira (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Emília Ferreira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Graça Filipe (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Helena Barranha (Instituto Superior Técnico/Universidade de Lisboa; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Hugo Xavier (Palácio da Pena/Parques de Sintra-Monte da Lua, S.A; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana Baião (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana d’Oliva Monteiro (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); João Brigola (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Lúcia Almeida Matos (Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Maria de Aires Silveira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado); Marta C. Lourenço (Museu de Ciência da Universidade de Lisboa); Paulo Oliveira Ramos (Universidade Aberta); Raquel Henriques da Silva (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Sandra Leandro (Universidade de Évora; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa).

Mais informações sobre o projecto: https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/dicionario-quem-e-quem-na-museologia-portuguesa/

Publicado artigo que destaca a museologia como campo de estudos em Portugal

A imagem é o hall de entrada de um museu suportado por pesadas colunas decoradas

O artigo “Building the field of museum studies in Portugal: the role of publications” / A construção da museologia como campo de estudos em Portugal: o papel das publicações (*Ana Carvalho) foi publicado na revista MIDAS, Museus e Estudos interdisciplinares (n.º 12, 2020). Está disponível na íntegra em: https://doi.org/10.4000/midas.2611

Resumo:

Assistimos nas últimas décadas à expansão do campo de estudos de museus. Esse desenvolvimento é sustentado com o contributo de diferentes actores e de variadas formas. As publicações são parte fundamental dessa construção na medida em que asseguram a visibilidade e o acesso ao campo de estudos, assim como contribuem para articular diferentes entendimentos, propostas e perspetivas, seja na teorização como na ação, fortalecendo, assim, o seu desenvolvimento. Este artigo analisa o papel das publicações na construção da museologia como campo de estudos em Portugal, com particular evidência a partir da década de 1990. De carácter exploratório, o artigo tem como objectivo analisar a evolução das publicações, em que contextos, iniciativas e actores. Sem a pretensão de um retrato exaustivo, assinalamos algumas dinâmicas, relações e tendências que marcam as últimas décadas. A metodologia adotada incluiu a análise e revisão bibliográfica, e o conhecimento empírico com relação ao tema. A análise apresentada pode ser significativa para compreender algumas das principais questões relacionadas com a construção da museologia como campo de estudo ao longo das últimas três décadas.

Abstract:

In recent decades we have seen the field of museum studies expand. This development has been supported by the contribution of several actors, in various ways. Publications are essential in this process, since they ensure visibility and access to the field of study, while helping to articulate different understandings, proposals and perspectives – both in theory and in practice – thus strengthening its development. This article considers the role of publications in building museology as a field of study in Portugal, especially from the 1990’s onwards. This empirical and exploratory study aims to analyse the evolution of publications in terms of contexts, initiatives and actors. While not intending to be exhaustive, we signal some dynamics, relations and trends from recent decades. The methodology adopted includes literature review and is based also on my empirical knowledge on the subject matter. The analysis presented can be significant in contemplating some of the key issues related to the trajectory of museum studies as a field of study over the last three decades.

*Ana Carvalho é museóloga, fez o seu percurso de mestrado e doutoramento na área da Museologia, e é actualmente investigadora de pós-doutoramento no Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades (CIDEHUS) da Universidade de Évora.

Publicado novo numero da revista MIDAS

A imagem mostra um chão escuro e no topo da imagem um par de sapatos, pretos, cortados nas extremidades.

Detalhes das obras “de joelhos” (2011-2018) e “quinto dedo” (2018) de Armanda Duarte © Conceção da capa de Elisa Noronha Nascimento

O mais recente número da revista MIDAS (“Varia”) – n.º 12 –  acaba de ser publicado. Encontra-se disponível em acesso aberto aqui: https://doi.org/10.4000/midas.2312

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MIDAS 12 – “Varia”

Sob a coordenação de Alice Semedo, Ana Carvalho, Pedro Casaleiro, Paulo Simões Rodrigues e Raquel Henriques da Silva

Editorial

Artigos

Filipa Coimbra
A Coleção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian durante o PREC

Ana Mehnert Pascoal
Encenação do Estado Novo na exposição Quinze Anos de Obras Públicas (Lisboa, 1948)

Maria Elvira Callapez, Raquel Ferreira Coimbra, Sara Marques da Cruz, Vânia Carvalho e Susana França de Sá
A exposição Plasticidade – Uma História dos Plásticos em Portugal: um processo participativo no Museu de Leiria

Notações

António Meireles e Joana Baião
Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais: um projeto em construção

Elementos para a história da museologia

Ana Carvalho
Building the field of museum studies in Portugal: The role of publications

Recensões críticas

Vanessa Henriques Antunes
Carmina Montezuma – Iluminação em Museus: A Descoberta da Obra de Arte

Daniel Barroca
Albano Mendes, Ramon Sarró e Ana Temudo – O Museu Etnográfico Nacional da Guiné-Bissau: Imagens para uma História

Maria Alice Samara
Alexandre Oliveira – Herança de António Ferro. O Museu de Arte Popular

Margarida Melo Sampaio
Tula Giannini e Jonathan P. Bowen (ed.) – Museums and Digital Culture: New Perspectives and Research

Novo número da revista MIDAS: Perspetivas sobre o museu eclético

Imagem da capa: “Maqueta de Museu” (2009) de Francisco Tropa © Conceção da capa de Elisa Noronha Nascimento

Acaba de ser publicado o mais recente número da revista MIDAS, o dossier temático “Perspetivas sobre o Museu Eclético”, coordenado por Emília Ferreira e Joana d’Oliva Monteiro. Encontra-se disponível em acesso aberto aqui: https://journals.openedition.org/midas/1586

Como destacam as coordenadoras no editorial:

[…] Compreendendo este dossier investigações sobre o museu ecléctico do século XVIII ao XX, em Portugal, com algumas pontes para projectos transnacionais, constatamos com entusiasmo que os artigos aqui reunidos demonstram a vitalidade não apenas do modelo do museu ecléctico, como ainda da investigação em seu torno, considerando os coleccionadores e a sua diversidade e relevância para a definição de espólios; o museu enquanto espaço arquitectónico, inserido num contexto urbano, social, histórico, cultural e político específico; o museu enquanto conceito aberto (ao mundo e à sua experiência e registo); e, ainda, o incontornável papel dos museólogos, determinando a face da instituição pela sua cultura e perspectiva científica decorrente.

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MIDAS 11 – Perspetivas sobre o museu eclético – Coordenação de Emília Ferreira e Joana d’Oliva Monteiro

Emília Ferreira e Joana d’Oliva Monteiro
Caixas de tesouros. Um dossier sobre o museu ecléctico

Artigos

Paula Mesquita Leite Santos
Jean Pillement (Lyon, 1728-1808) e os colecionadores do Porto. Pintura nos Museus Nacionais de Soares dos Reis e de Arte Antiga

Marize Malta
Gostos ecléticos em coleções, repercussões em museus nacionais e o caso da coleção Ferreira das Neves

Maria de Fátima Lambert
Viagens ecléticas, residências e obras: Maria Graham artista-autora-viajante

Ramiro A. Gonçalves
Para além da Pintura. Alguns apontamentos sobre as outras coleções do conde Daupias

Ana Cristina Martins
Páginas da vida de um jovem arqueólogo: Francisco Tavares Proença Júnior (1883-1916)

Duarte Manuel Freitas
Para uma árvore genealógica museológica: o caso singular do Museu Machado de Castro

Raquel Henriques da Silva
A Casa-Museu Fernando de Castro: das colecções e das fantasmagorias

Recensões críticas

Paulo Simões Rodrigues
Hugo Xavier – O Marquês de Sousa Holstein e a Formação da Galeria Nacional de Pintura da Academia de Belas Artes de Lisboa

João Luís Cardoso
Elisabete J. Santos Pereira – Colecionismo Arqueológico e Redes do Conhecimento: Atores, Coleções e Objetos (1850-1930)

Vera Mariz
Maria João Vilhena de Carvalho – A Constituição de uma Coleção Nacional. As Esculturas de Ernesto Vilhena

Susana S. Martins
The Art of Collecting [exposição]

Museu de Arte Popular é tema de novo título da coleção Estudos de Museus

 

Capa do livro onde se mostra uma imagem a preto e branco do Museu de Arte Popular

Herança de António Ferro: O Museu de Arte Popular é o 15.º volume a ser publicado no âmbito da colecção Estudos de Museus, uma edição da Direção-Geral do Património Cultural em parceria com a editora Caleidoscópio.

O livro resulta da tese de doutoramento (em Antropologia) de Alexandre Oliveira apresentada ao ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa em 2018 (orientação de Joaquim Pais de Brito).

O lançamento é no dia 16 de Outubro, pelas 18h30, no Museu de Arte Popular, em Lisboa. Com apresentação de Cláudia Pereira.

Sinopse

Este livro é um contributo para o conhecimento do Museu de Arte Popular, tentando entendê-lo desde o surgimento da ideia da sua criação até ao momento presente. Pretende-se compreender os contextos que estiveram na origem da sua conceção dentro do quadro das políticas de propaganda associadas à arte e cultura popular de António Ferro e do Estado Novo, à sua construção e à sua existência prolongada pelo tempo até ao momento presente de reabertura. Depois de toda a controvérsia em torno do destino do Museu de Arte Popular, uma conclusão é de que, apesar das muitas propostas para o seu futuro, manteve-se um desconhecimento do seu passado. Este livro é sobretudo uma etnografia histórica que pretende contribuir para o conhecimento sobre o Museu de Arte Popular e assim também para o enriquecimento do debate sobre o seu futuro.

Sobre o autor:

Alexandre Oliveira (Lisboa, 1978). Mestre e doutor em Antropologia pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Foi bolseiro de doutoramento pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Colaborou durante 18 anos com o Museu Nacional de Etnologia onde estudou coleções e acervos documentais, organizou arquivos, montou exposições, orientou estágios e exerceu ainda funções de vigilante/rececionista. A sua tese de mestrado focou-se nos estudos antropológicos sobre Timor e na sua relação com as coleções etnográficas existentes no país. Foi também responsável pela seleção das peças e pelos textos do núcleo timorense da exposição permanente do Museu do Oriente. Fez parte da equipa que procedeu ao inventário e transporte da coleção do Museu de Arte Popular para o Museu de Etnologia. É, desde 2019, técnico superior da Direção-Geral do Património Cultural no Sistema de Informação para o Património Arquitetónico – Forte de Sacavém.

Índice

INTRODUÇÃO

CAPÍTULO 1 – ORIGENS DO MUSEU

António Ferro
O Secretariado da Propaganda Nacional

CAPÍTULO 2 – AS INICIATIVAS FOLCLORISTAS E ETNOGRÁFICAS DO SECRETARIADO

A etnografia ao serviço da propaganda: a Exposição de Genebra
A Exposição de Arte Popular em Lisboa
A presença portuguesa na Exposição Internacional de Paris
Em busca do povo, as iniciativas folcloristas do Secretariado
A presença portuguesa na Exposição Internacional de Nova Iorque
O Centro Regional da Exposição do Mundo Português
A nação de Ferro entre a propaganda e o espírito

CAPÍTULO 3 – A CONSTRUÇÃO DO MUSEU

Primeiras obras e um plano de organização
Exposições e diplomacia do Secretariado em tempo de guerra
A instalação do Museu de Arte Popular
O Museu inaugurado

CAPÍTULO 4 – UM MUSEU À BEIRA TEJO

Os anos de Francisco Lage (1948-1957)
Os anos de Manuel de Melo Correia e Madalena Cagigal e Silva (1957-1968)
Os anos de Maria Helena Coimbra (1969-1979)
Os anos de Elisabeth Cabral (1980-2007)
Encerramento e reabertura (2007-2019)

CONCLUSÃO

Cronologia
Notas
Fontes e Bibliografia
Índice remissivo
Agradecimentos

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Fazem parte da colecção Estudos de Museus os seguintes volumes:

Museus, Arte e Património em Portugal: José de Figueiredo (1871-1937), de Joana Baião                                                                                                             

Redes de Museus e Credenciação: Uma Panorâmica Europeia, de Clara Frayão Camacho                                                                                                                                  

Criatividade nos Museus: ‘Espaços Entre’ e Elementos de Mediação, de Inês Ferreira                                                                                                                 

Museus e Diversidade Cultural: Da Representação aos Públicos, de Ana Carvalho                                                                                                                  

Museu Machado de Castro: Memorial de um Complexo Arquitectónico Enquanto Espaço Museológico (1911-1965) de Duarte Manuel Freitas                                                               

Da Coleção ao Museu: O Colecionismo Privado de Arte Moderna e Contemporânea em Portugal de Adelaide Duarte                                                                                               

Museus (In)Capacitantes: Deficiência, Acessibilidades e Inclusão em Museus de Arte de Patrícia Roque Martins                                                                                                             

Lisboa em Festa: a Exposição Retrospetiva de Arte Ornamental Portuguesa e Espanhola, 1882. Antecedentes de um Museu de Emília Ferreira                                                              

Da Fábrica ao Museu. Identificação, Patrimonialização e Difusão da Cultura Técnico-industrial de Maria da Luz Sampaio                                                                                             

A Constituição de uma Coleção Nacional. As Esculturas de Ernesto Vilhena de Maria João Vilhena de Carvalho                                                                                                 

Colecionismo Arqueológico e Redes do Conhecimento: Atores, Coleções e Objetos (1850-1930) de Elisabete J. Santos Pereira                                                                                             

O Marquês de Sousa Holstein e a Formação da Galeria Nacional de Pintura da Academia de Belas Artes de Lisboa, de Hugo Xavier

Iluminação em Museus: A Descoberta da Obra de Arte, de Carmina Montezuma

Realidade Aumentada em Exposições de Museu. Experiências dos Utilizadores, de Diana Marques

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Os títulos da colecção Estudos de Museus são selecionados por um comité editorial constituído por Alice Semedo, Fernando António Baptista Pereira, Pedro Casaleiro, Raquel Henriques da Silva, Vítor Serrão e Clara Frayão Camacho (que acumula também a função de revisão editorial das obras).

Nota: O livro estará à venda nas lojas dos museus e palácios nacionais e no circuito comercial (ex. Fnac, Bertrand, Wook, etc.)

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A imagem inclui capa do livro e mensagem convite para lançamento do livro

História dos Museus e história da museologia é o tema do III Fórum Ibérico de estudos museológicos

Sala XXII. Gabinete de numismática do Museo Arqueológico Nacional (c.1906). Fototipia de Hauser y Menet. MAN

O III Fórum Ibérico de estudos museológicos terá lugar em Madrid no Museu Arqueológico Nacional entre 18 e 19 de Outubro de 2019. Tem como tema a história dos museus e a história da museologia.

Chamada para comunicações: até 26 de Agosto

Requisitos: proposta de título e resumo (máx. 700 palavras), breve curriculum vitae (máx. 300 palavras)

Envio para: tercer.foro.museo@gmail.com

Antecedentes e objetivos

No outono de 2017 decorreu no Museu Nacional de Escultura de Valladolid o I Fórum Ibérico dedicado a estudos de museologia, com extraordinários resultados académicos, confirmados pelos contributos para as atas, já publicadas. Um ano depois foi convocado um II Fórum no Museu Nacional de Arte Antiga de Lisboa, iniciativa cujo sucesso consolidou o interesse destes encontros internacionais dedicados aos estudos de museus na comunidade ibérica e ibero-americana. A colaboração entre grupos universitários de investigação, museus e instituições tornou possível a criação de uma rede de intercâmbios na qual se alicerçam os Fóruns Ibéricos de Investigação em Museologia, cuja terceira edição terá lugar este ano no Museu Arqueológico Nacional de Madrid.

Estes encontros têm como objetivo a partilha de conhecimentos num campo de estudos em plena renovação – como é o da museologia – e dirigem-se ao conjunto dos investigadores, pretendendo especialmente atrair a investigação mais jovem que está neste momento a desenvolver os seus estudos em doutoramentos e pós-doutoramentos, para a qual se procura fortalecer redes de comunicação disciplinar nas línguas ibéricas. A delimitação temática dos dois primeiros Fóruns foi intencionalmente flexível e relativa para promover a convergência de uma ampla comunidade de estudiosos; o próximo encontro académico pretende porém precisar os seus conteúdos de acordo com linhas de trabalho mais concretas.

Linhas de trabalho

As diretrizes temáticas do encontro concretizam-se no título História dos museus. História da museologia. O empenho de muitas instituições museísticas em instituir a memória da sua própria história através de publicações e exposições, inclusivamente destinadas a um vasto público, constitui um fenómeno relativamente novo, tanto quanto se depreende da sua generalização. O encontro propõe-se acompanhar essa crescente inquietude científica. A história institucional, a história das coleções, da museografia e, obviamente, da museologia encontram-se entre os temas anunciados no título ao qual se subordina este III Fórum Ibérico, cuja função principal reside em promover a convergência de estudos museológicos no entorno cultural diversificado e partilhado em que nos situamos. Uma teoria do museu fundamentada no estudo de exemplos específicos das suas transformações históricas está no horizonte dos contributos apresentados.

O programa definitivo e a ordem dos painéis de comunicação serão estabelecidos de acordo com as afinidades temáticas entre as propostas selecionadas, nas quais serão especialmente valorizados o rigor e a originalidade das abordagens.

Destinatários

Profissionais de museus e membros da comunidade académica que se ocupam da história e da realidade da museologia hispano-lusa e ibero-americana estão convidados a apresentar comunicações neste Fórum. Esperamos sobretudo a apresentação de propostas por parte de universitários em fase de formação avançada na investigação museológica (teses de mestrado ou de doutoramento), assim como de doutorados no início da sua trajetória académica. Serão igualmente bem-vindas as propostas de profissionais e académicos com uma experiência mais vasta.

Condições de apresentação das comunicações

Aqueles que pretendam apresentar uma comunicação deverão enviar o título proposto e um resumo dos conteúdos (num máximo de 700 palavras), assim como um breve curriculum vitae (num máximo de 300 palavras), em documento pdf antes de 26 de agosto de 2019 para o seguinte endereço de correio eletrónico: tercer.foro.museo@gmail.com

A aceitação ou não das propostas será comunicada por correio eletrónico no prazo de vinte dias. A partir dessa data e uma vez selecionadas as comunicações estabelecer-se-á o programa em coordenação com os oradores. No dia 1 de outubro será publicado o programa definitivo, mas prevê-se que haja um programa provisório definido já a 20 de setembro, para dar início à fase de inscrições.

As comunicações selecionadas serão apresentadas numa intervenção oral que não poderá exceder os doze minutos. Computador, projetor e ecrã estarão disponíveis para aqueles que os necessitem.

Está prevista a publicação das comunicações apresentadas.

As línguas veiculares para as apresentações e debates serão o castelhano e o português, embora os textos a publicar possam ser entregues noutras línguas, em concordância com as regras de extensão e edição que vierem a ser definidas.

Distinções

O Comité científico premiará através da pertinente acreditação uma ou várias comunicações orais que se tenham destacado pela especial qualidade do seu conteúdo, em conformidade com a sua eloquência e formalização, e de acordo com a sua adequação ao tempo disponível.

Inscrição e matrícula

O prazo de inscrição terá início a 16 de setembro. Terão preferência os participantes que apresentem comunicações. Para o resto dos assistentes, respeitar-se-á a ordem de inscrição segundo a chegada das solicitações até ao limite da capacidade.

Taxa de inscrição: 20 euros.

A formalização da inscrição e o pagamento da respetiva taxa deverá realizar- se, tanto para participantes como para assistentes, dentro do prazo assinalado e de acordo com o seguinte procedimento:

1. Solicitação de inscrição mediante correio eletrónico enviado para o seguinte endereço: cursos.museoescultura@cultura.gob.es

2. Uma vez aceite a inscrição, deverá proceder-se ao pagamento da taxa conforme as instruções e informação recebidas pelos solicitantes.

A inscrição dá direito a assistir a todas as sessões. Os interessados poderão requerer um certificado de assistência após a realização do Fórum. Está também previsto um serviço gratuito de café no intervalo a meio da manhã.

Datas

Entrega de propostas: 3 de junho a 26 de agosto

Confirmação de aceitação: 16 de setembro

Publicação do programa do encontro: 1 de outubro

Prazo de inscrição: 16 de setembro a 14 de outubro

Evento: 18 e 19 de outubro

Organizam

Grupo de Investigación S U+M A [Universidad+Museo], UCM

Museo Arqueológico Nacional. Ministerio de Cultura y Deporte. Gobierno de España

Grupo de Investigación OAAEP, Universidad de Zaragoza

Museo Nacional de Escultura. Ministerio de Cultura y Deporte. Gobierno de España

Instituto da História da Arte, Universidade Nova de Lisboa

Colaboram

Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto

Asociación de Amigos del Museo Nacional de Escultura

Direçao-Geral do Património Cultural. Gobierno de Portugal.

ICOM-España

ICOM-Portugal

Comité executivo

Javier Arnaldo

Joana Baião

Ana Gil

Alicia Herrero Delavenay

Jesús Pedro Lorente

Carmen Marcos

Comité científico

Lúcia Almeida Matos (UP)

Javier Arnaldo (UCM)

Joana Baião (UNL)

María Bolaños (MNE)

Clara Camacho (DGPC)

Modesta Di Paola (UCM)

Luis Grau (ICOM España)

Raquel Henriques da Silva (UNL)

Alicia Herrero Delavenay (MNAD)

Jesús Pedro Lorente (UniZar)

José Ribeiro (ICOM Portugal)


Dicionário de biografias: um contributo para a história dos museus e da museologia em Portugal

Ferreira, Emília, Joana d’Oliva Monteiro e Raquel Henriques da Silva, eds. Dicionário Quem é na Museologia Portuguesa. Lisboa: Instituto de História da Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/NOVA. 320 páginas, e‐issn: 978‐989‐54405‐0‐4. Disponível em: http://bit.ly/2OFmHZv

Foi apresentado a 28 de Março, no Palácio Nacional da Ajuda, o Dicionário “Quem é Quem na Museologia Portuguesa. O primeiro volume do Dicionário, agora publicado, é dedicado a personalidades da museologia portuguesa que desenvolveram a sua actividade entre o século XVIII e os anos de 1960 (está em preparação a edição de mais um volume). Este primeiro volume incorpora 93 entradas e conta com a colaboração de 54 autores, entre profissionais e investigadores.

Trata-se de um projecto que tive o privilégio de ir acompanhando ao longo destes dois anos, de forma mais directa e indirecta, enquanto membro da comissão científica. Independentemente disso, trata-se, efectivamente, de um projecto de divulgação científica com o mérito de colocar em evidência a história da museologia, através das pessoas que a cada época moldaram e influenciaram a constituição de colecções e museus. Nesse sentido, o projecto comunga de vários aspectos que considero positivos:

É um Dicionário que dá visibilidade a personalidades ligadas não só aos museus de arte (porventura o universo mais conhecido), mas a todas as tipologias de museus. Além disso, retrata figuras ligadas não só aos museus nacionais, mas também aos museus regionais e locais. Dois aspectos que caracterizam o Dicionário e que me parecem essenciais para ajudar a compreender a multifacetada história dos museus e da museologia em Portugal, que necessita de mais estudos e contributos como este para que as grandes narrativas sejam mais inclusivas e completas, incorporando realidades menos estudadas e conhecidas, como é o caso dos panoramas de pendor mais regional e local.

Outro aspecto fundamental é o facto de ser um projecto colaborativo. Teve por base uma chamada pública dirigida à comunidade profissional e académica convidando ao envio de propostas de entradas para o Dicionário. Dessa chamada pública resultou um número muito significativo de propostas de profissionais e investigadores de diferentes centros de investigação, o que mostra bem o interesse mas também a oportunidade do projecto. Produzem-se hoje mais dissertações académicas, mas a informação, apesar de cada vez mais acessível, está muitas vezes, espartilhada em repositórios. E nesse sentido, o Dicionário ao colocar sobre a mesma grelha de análise uma variedade de figuras biografadas potencia uma leitura de conjunto. Os museus e a museologia, numa perspectiva história (e não só) tem sido objecto de interesse da investigação e vai-se estruturando. Em temos de publicações, isso pode ser notado, por exemplo, com o aparecimento da colecção Estudos de Museus (Direção-Geral do Património Cultural), em 2015 (não obstante ser um projecto mais antigo), que conta até ao momento com 13 volumes.

O facto do Dicionário ter por base um processo de revisão científica é outra dimensão positiva. Todas as entradas passaram por um processo de arbitragem por pares apoiado na comissão científica do projecto. É uma boa prática científica e que na maior parte dos casos potencia um melhor resultado final. Ainda que assim seja, não se ignoram as complexidades da sua aplicação e o fluxo acrescido de trabalho que está necessariamente envolvido estes processos.

Acresce a revisão editorial patente neste processo, que não é despiciente no caso, contribuindo para a coerência global do que se evidencia. Outra característica é a valorização de cada entrada com ilustrações, que não só estimulam esteticamente, como são fontes documentais relevantes em si mesmas. E aqui destaca-se também a coerência editorial que o processo exigiu.

O Dicionário também tem a particularidade de se afirmar como um projecto em curso, e como tal permitindo a actualização das entradas já realizadas, em função de novos desenvolvimentos da investigação, assim como será alargado a outros volumes com mais entradas. Por essa razão não deve ser entendido como um mapeamento exaustivo e conclusivo. Há pelo menos uma próxima tranche de entradas em preparação coincidente com o mesmo período (do séc. XVIII à década de 60 do séc. XX). O que é porventura menos claro é a operacionalidade da plataforma digital que irá albergar no futuro este conjunto de informação, uma vez que se optou nesta fase pelo formato de publicação digital na forma de PDF, e neste sentido, a sua articulação operativa.

Talvez seja cedo para uma avaliação de conjunto, que fará sentido numa fase mais adiantada e consolidada do projecto. Por ora, configura certamente uma boa aposta na divulgação do conhecimento sobre a história dos museus e da museologia, através do género biográfico de todos quantos têm contribuído ao longo da história para a sua formação e desenvolvimento. Tem o potencial de gerar uma panorâmica mais completa sobre essa história e porventura a percepção e a interligação sobre o que se conhece sobre as redes de conhecimento e de actores que moldam a história dos museus, das suas colecções e da museologia, de um modo mais alargado. Um possível Dicionário focado nas biografias dos museus poderia ser uma eventual ramificação do actual Dicionário de biografias de personalidades, duas dimensões que se complementariam. 

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O Dicionário é uma iniciativa do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do grupo de investigação Museum Studies (MuSt) e conta com o apoio da Direção-Geral do Património Cultural.

A coordenação científica e editorial é da responsabilidade de Emília Ferreira, Joana d’Oliva Monteiro e Raquel Henriques da Silva, investigadoras do Instituto de História da Arte.

Fazem parte da comissão científica do projecto, um grupo de investigadores de várias universidades, instituições e museus portugueses: Adelaide Duarte (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Alexandre Nobre Pais (Museu Nacional do Azulejo); Ana Carvalho (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Ana Cristina Martins (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Clara Frayão Camacho (Direção-Geral do Património Cultural; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Duarte Manuel Freitas (Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra); Elisabete Pereira (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Emília Ferreira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Graça Filipe (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Helena Barranha (Instituto Superior Técnico/Universidade de Lisboa; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana Baião (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana d’Oliva Monteiro (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); João Brigola (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Lúcia Almeida Matos (Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Maria de Aires Silveira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado); Marta C. Lourenço (Museu de Ciência da Universidade de Lisboa); Paulo Oliveira Ramos (Universidade Aberta); Raquel Henriques da Silva (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Sandra Leandro (Universidade de Évora; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa).

Contributos para a museologia portuguesa: um novo dicionário online sobre museólogos, do século XVIII ao séc. XX

O lançamento do Dicionário “Quem é Quem na Museologia Portuguesa” acontece no próximo dia 28 de Março, pelas 18h00, no Palácio Nacional da Ajuda, na Sala D. João VI. A apresentação conta com a participação de Ana Carvalho em conversa com Raquel Henriques da Silva, mentora do projecto, e ainda com Hugo Xavier e Elisabete Pereira, dois dos autores que colaboraram no primeiro volume do Dicionário.

O Dicionário é um projecto editorial em formato digital (website disponível a partir de 28 de Março) que tem como objectivo fundamental facultar uma visão abrangente, um conhecimento preciso e uma valorização actualizada das personalidades ligadas à museologia portuguesa, actuantes em diferentes tipologias científicas. Visa, ainda, contribuir para uma maior compreensão da história dos museus e da museologia portuguesa.

O primeiro volume do Dicionário, agora editado, é dedicado a personalidades da museologia portuguesa que desenvolveram a sua actividade entre o século XVIII e os anos de 1960. Está em preparação a edição de mais um volume.

O projecto é uma iniciativa do Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do grupo de investigação Museum Studies (MuSt) e conta com o apoio da Direção-Geral do Património Cultural.

A coordenação científica e editorial é da responsabilidade de Emília Ferreira, Joana d’Oliva Monteiro e Raquel Henriques da Silva, investigadoras do Instituto de História da Arte.

Fazem parte da comissão científica do projecto, um grupo de investigadores de várias universidades, instituições e museus portugueses: Adelaide Duarte (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Alexandre Nobre Pais (Museu Nacional do Azulejo); Ana Carvalho (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Ana Cristina Martins (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Clara Frayão Camacho (Direção-Geral do Património Cultural; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Duarte Manuel Freitas (Centro de História da Sociedade e da Cultura da Universidade de Coimbra); Elisabete Pereira (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Emília Ferreira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Graça Filipe (Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa); Helena Barranha (Instituto Superior Técnico/Universidade de Lisboa; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana Baião (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Joana d’Oliva Monteiro (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); João Brigola (Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora); Lúcia Almeida Matos (Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Maria de Aires Silveira (Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado); Marta C. Lourenço (Museu de Ciência da Universidade de Lisboa); Paulo Oliveira Ramos (Universidade Aberta); Raquel Henriques da Silva (Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa); Sandra Leandro (Universidade de Évora; Instituto de História da Arte da Universidade Nova de Lisboa).